Uma irreverência entre a memória e a saudade


Há um fio ténue que liga a memória com a saudade. Chamei-lhe irreverência porque ele se move constantemente e em todas as direcções fazendo-me lembrar o vento que, vindo do mar, me afaga desde que nasci...


quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

No teu olhar, Quando te encontro, Vejo por inteiro O filme da nossa ausência. Ele reproduz, Como um guião, Cada momento Cada fantasia Cada sentir Deste afastamento Que nos foi imposto E nunca uma opção. No teu olhar, Quando te encontro, Depois de analisado o argumento Surge o “happy end” E um logotipo Com forma de coração. ss

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