Uma irreverência entre a memória e a saudade


Há um fio ténue que liga a memória com a saudade. Chamei-lhe irreverência porque ele se move constantemente e em todas as direcções fazendo-me lembrar o vento que, vindo do mar, me afaga desde que nasci...


sexta-feira, 8 de julho de 2011

VEM COMIGO

Vem comigo, amor
A um lugar onde o céu e o mar se confundam no azul
E o tempo não exista.
Façamos dele a nossa casa
O espaço onde guardar o nosso desejo.
Porque ele está fora do real
Ninguém dará pela nossa ausência.
E, se um dia voltarmos,
A luz que nos envolverá
Cegará os invejosos.
 
SS

Sem comentários: