Uma irreverência entre a memória e a saudade


Há um fio ténue que liga a memória com a saudade. Chamei-lhe irreverência porque ele se move constantemente e em todas as direcções fazendo-me lembrar o vento que, vindo do mar, me afaga desde que nasci...


domingo, 26 de junho de 2011

PORTO. A CIDADE. A NOSSA


Porto. A cidade. A nossa.


O GRANITO.
Cinzento-cor que esconde o vermelho de viver.


O ABRIGO
Vislumbrado na tempestade, no canto das sereias, na calmaria, no fogo-fátuo.
Sempre para além da fronteira.


A LUZ
Imanente. Trespassante em cada um de nós.
Mais bela nos entardeceres de António Cruz, à beira-rio.

DC

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