Uma irreverência entre a memória e a saudade


Há um fio ténue que liga a memória com a saudade. Chamei-lhe irreverência porque ele se move constantemente e em todas as direcções fazendo-me lembrar o vento que, vindo do mar, me afaga desde que nasci...


terça-feira, 24 de maio de 2011

AZUL

Perde-se o meu olhar no azul
Celeste
Cobalto
Marinho
Ou no simplesmente azul
Que não sei se existe
Ou se imaginei.



Por isso perco o meu olhar
Na extensão do céu
Na profundidade do mar
Nas gemas de lazúli e de safiras
Para encontrar o tal tom
Que não sei se existe
Ou se imaginei.

GM

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