Uma irreverência entre a memória e a saudade


Há um fio ténue que liga a memória com a saudade. Chamei-lhe irreverência porque ele se move constantemente e em todas as direcções fazendo-me lembrar o vento que, vindo do mar, me afaga desde que nasci...


sábado, 25 de agosto de 2018



Quando nos encontrarmos, amor,
 Se mais não puder ser
Dá-me um abraço
Um abraço longo
Muito longo
E sem palavras.
Nós não precisamos de palavras
Para falar.
Quando os teus braços me rodeiam
Desenham um círculo
Onde só cabemos nós
E as saudades que nos unem.
É como se mergulhasse
Num mar imenso
E vogasse lentamente sobre as ondas
Até à praia onde está o teu olhar.
Quando nos encontrarmos, amor
Não quero mais nada
Apenas abraçar ... Soror S

Sem comentários: