O sol que anda fugido
Talvez com medo do verão
Hoje entrou pela janela
Veio encontrar-se comigo
E pintou uma aguarela
Na tela da minha mão.
GM
Uma irreverência entre a memória e a saudade
Há um fio ténue que liga a memória com a saudade. Chamei-lhe irreverência porque ele se move constantemente e em todas as direcções fazendo-me lembrar o vento que, vindo do mar, me afaga desde que nasci...
quinta-feira, 21 de julho de 2011
SOPRO DE AMIZADE
O romper da tarde
Trouxe-me um sopro de amizade
Que em forma de paz
Se instalou dentro de mim.
Veio de longe,
De um tempo de risos
E de histórias de encantar
Quando ainda acreditávamos
Que a vida iria ser sempre assim.
Mas esse sopro
Que atravessou todo este longe
Apenas por intuir
Que eu precisava de colo
Revelou-me que a amizade
É mais forte do que o tempo
Ou outra qualquer lonjura
Quando gerada em verdade.
SS
Trouxe-me um sopro de amizade
Que em forma de paz
Se instalou dentro de mim.
Veio de longe,
De um tempo de risos
E de histórias de encantar
Quando ainda acreditávamos
Que a vida iria ser sempre assim.
Mas esse sopro
Que atravessou todo este longe
Apenas por intuir
Que eu precisava de colo
Revelou-me que a amizade
É mais forte do que o tempo
Ou outra qualquer lonjura
Quando gerada em verdade.
SS
quarta-feira, 20 de julho de 2011
DISPARIDADE
Apetece-me
O silêncio do nada
E a agitação do caos.
A luz da noite
E as trevas do claridade.
O mar desaguando num rio
Numa total desconformidade.
Neste agora apetece-me tudo
Quanto os outros seres recusam ou não desejam.
Para poder enfrentar as minhas emoções
Perante tão dura disparidade
Basta esquecerem-se que existo
E, por favor, nem sequer me vejam.
SS
O silêncio do nada
E a agitação do caos.
A luz da noite
E as trevas do claridade.
O mar desaguando num rio
Numa total desconformidade.
Neste agora apetece-me tudo
Quanto os outros seres recusam ou não desejam.
Para poder enfrentar as minhas emoções
Perante tão dura disparidade
Basta esquecerem-se que existo
E, por favor, nem sequer me vejam.
SS
sexta-feira, 15 de julho de 2011
AMAR
Dá-me a tua mão
E olha-me nos olhos.
Deixa-me mergulhar na paz
Que adivinho neles
Quando nos encontramos.
Falar é coisa de que não precisamos
Para sabermos que estamos bem.
Dares-me a tua mão e emprestares-me o teu olhar
É a forma mais expressiva que utilizas para amar.
SS
E olha-me nos olhos.
Deixa-me mergulhar na paz
Que adivinho neles
Quando nos encontramos.
Falar é coisa de que não precisamos
Para sabermos que estamos bem.
Dares-me a tua mão e emprestares-me o teu olhar
É a forma mais expressiva que utilizas para amar.
SS
quinta-feira, 14 de julho de 2011
PALAVRAS
As palavras seduzem-me
Sempre que aludem a momentos,
Gestos e actos de ternura
E absorvo-as no mais profundo do meu ser.
Embalo-me languidamente nesse ritmo de doçura
E quedo-me na esperança
Que vivendo a esse compasso
Tudo que há de bom me virá a acontecer...
SS
Sempre que aludem a momentos,
Gestos e actos de ternura
E absorvo-as no mais profundo do meu ser.
Embalo-me languidamente nesse ritmo de doçura
E quedo-me na esperança
Que vivendo a esse compasso
Tudo que há de bom me virá a acontecer...
SS
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