sexta-feira, 5 de setembro de 2008
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
IMAGINA
Imagina que já é Primavera outra vez
E que o sol, no horizonte, pinta sobre o mar
Um poente feito do sumo das laranjas
Que comemos enquanto assistíamos ao recolher das gaivotas.
Fecha os teus braços num círculo bem apertado à volta dos meus ombros
como se fossem um ninho
e não me deixes voar. Soror S
E que o sol, no horizonte, pinta sobre o mar
Um poente feito do sumo das laranjas
Que comemos enquanto assistíamos ao recolher das gaivotas.
Fecha os teus braços num círculo bem apertado à volta dos meus ombros
como se fossem um ninho
e não me deixes voar. Soror S
terça-feira, 2 de setembro de 2008
PURIFICAÇÃO
A brisa
trouxe-me o aroma maresia e da túnica que me cobria.
Entrei na água
Para me despir
Do fogo
Que aquela luz
Acendera.
Nadei seguindo uma linha
Que não via
Mas que acreditava
Que me ia levar
A um lugar do horizonte
Onde recuperasse na minha nudez
A veste branca perdida
E o meu ser fosse devolvido
à lua a que pertenço
Soror S
trouxe-me o aroma maresia e da túnica que me cobria.
Entrei na água
Para me despir
Do fogo
Que aquela luz
Acendera.
Nadei seguindo uma linha
Que não via
Mas que acreditava
Que me ia levar
A um lugar do horizonte
Onde recuperasse na minha nudez
A veste branca perdida
E o meu ser fosse devolvido
à lua a que pertenço
Soror S
sábado, 30 de agosto de 2008
A nossa história não tem passado
É apenas presente feito de espaços escondidos,
de tempos cronometrados, de abraços furtivos.
A nossa história não é uma historia de amor.
É uma história de encontros/desencontros
que tentamos agarrar entrelalando os dedos para que o momento não nos fuja.
Por isso a nossa história está guardada na parte clandestina dos nossos corações,
aquele lugar onde preservamos todos os nossos pecados e intimidades.
É uma história de desejo apetecido
Disfarçado em ternura. Soror S
É apenas presente feito de espaços escondidos,
de tempos cronometrados, de abraços furtivos.
A nossa história não é uma historia de amor.
É uma história de encontros/desencontros
que tentamos agarrar entrelalando os dedos para que o momento não nos fuja.
Por isso a nossa história está guardada na parte clandestina dos nossos corações,
aquele lugar onde preservamos todos os nossos pecados e intimidades.
É uma história de desejo apetecido
Disfarçado em ternura. Soror S
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Subscrever:
Mensagens (Atom)