sábado, 30 de agosto de 2008
A nossa história não tem passado
É apenas presente feito de espaços escondidos,
de tempos cronometrados, de abraços furtivos.
A nossa história não é uma historia de amor.
É uma história de encontros/desencontros
que tentamos agarrar entrelalando os dedos para que o momento não nos fuja.
Por isso a nossa história está guardada na parte clandestina dos nossos corações,
aquele lugar onde preservamos todos os nossos pecados e intimidades.
É uma história de desejo apetecido
Disfarçado em ternura. Soror S
É apenas presente feito de espaços escondidos,
de tempos cronometrados, de abraços furtivos.
A nossa história não é uma historia de amor.
É uma história de encontros/desencontros
que tentamos agarrar entrelalando os dedos para que o momento não nos fuja.
Por isso a nossa história está guardada na parte clandestina dos nossos corações,
aquele lugar onde preservamos todos os nossos pecados e intimidades.
É uma história de desejo apetecido
Disfarçado em ternura. Soror S
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
TEMPO
Dia a dia marquei no calendário
O tempo da ausência.
Enchi os meus dias
de passeios pela praia
para acompanhar o voo das gaivotas
e sonhar que podia ir com elas
levar-te os meus sonhos e desejos
do tempo de regresso.
Misturei os meus papéis de trabalho
com as palavras do Aznavour
e às vezes do Sinatra
para não sentir os dias que passavam
sem voltares.
Mudei três vezes
as rosas vermelhas
da minha jarra
e tu não chegaste a vê-las.
Agora vou colorir o resto dos dias
com a cor da esperança
para que este novo tempo que falta
seja um tempo breve
e que as gaivotas me devolvam
os meus sonhos e os desejos
do tempo de regresso.
Soror S
REGRESSO A CASA
Depois da ausência
Sempre que regresso a casa
Espera-me o cheiro bom
Do meu quotidiano.
Abertas as janelas
Os objectos têm outra dimensão
E afago-os
Como se os tivesse perdido
Para sempre
Mas os tivesse reencontrado e com eles o lar.
Por isso preciso de os tocar Para os sentir.
São eles que me dão a certeza do regresso.
Em cada volta a casa Eu nasço outra vez
im
Sempre que regresso a casa
Espera-me o cheiro bom
Do meu quotidiano.
Abertas as janelas
Os objectos têm outra dimensão
E afago-os
Como se os tivesse perdido
Para sempre
Mas os tivesse reencontrado e com eles o lar.
Por isso preciso de os tocar Para os sentir.
São eles que me dão a certeza do regresso.
Em cada volta a casa Eu nasço outra vez
im
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